"Quanto custa um aplicativo?" é a pergunta que mais ouvimos. E a resposta honesta é: depende, assim como o preço de uma casa depende do tamanho, do acabamento e do terreno.

Mas "depende" não ajuda ninguém a planejar. Por isso, neste artigo mostramos exatamente do que depende, para você chegar a uma conversa de orçamento sabendo o que perguntar e onde dá para economizar.

O que mais pesa no preço

1. Quantidade de telas e funções

Cada tela e cada função (cadastro, carrinho, agenda, chat, pagamento) é trabalho de desenho, programação e teste. Um app com 10 telas e um com 60 telas são projetos completamente diferentes.

2. Quem usa o aplicativo

Muitos apps são, na verdade, três produtos em um:

  • o aplicativo do cliente;
  • o aplicativo ou painel de quem presta o serviço (entregador, profissional, vendedor);
  • o painel administrativo, onde a sua equipe gerencia tudo.

Cada perfil de usuário acrescenta telas, regras e permissões.

3. Integrações com outros sistemas

Pagamentos, emissão de nota fiscal, mapas, WhatsApp, o ERP que você já usa... Integrar é ótimo para o negócio, mas cada conexão precisa ser construída e testada com cuidado.

4. Plataformas

Android, iPhone, versão web, ou todas. Com tecnologias multiplataforma, um único projeto atende Android e iPhone, o que reduz bastante o custo. Explicamos essa diferença em detalhes no artigo App nativo, híbrido ou PWA.

5. Design

Usar componentes bem resolvidos e consagrados custa menos do que criar uma identidade visual totalmente exclusiva, com animações e ilustrações próprias. Os dois caminhos são válidos; a escolha depende do quanto o visual é diferencial para o seu negócio.

6. Custos depois do lançamento

Esse é o item que mais pega gente de surpresa. Um aplicativo no ar tem custos recorrentes:

  • servidores e banco de dados, que crescem conforme o número de usuários;
  • contas de desenvolvedor nas lojas da Apple e do Google;
  • manutenção: as lojas e os sistemas dos celulares mudam todo ano, e o app precisa acompanhar;
  • evolução: novas funções pedidas pelos próprios usuários.

Na hora de comparar orçamentos, pergunte sempre o que está incluído depois do lançamento. Um preço inicial baixo pode esconder um custo alto de manutenção.

Como investir menos sem perder qualidade

A estratégia que mais funciona é começar por um MVP (produto mínimo viável): uma primeira versão com apenas as funções essenciais para resolver o problema principal do seu cliente.

  1. Liste tudo o que você imagina para o app.
  2. Marque o que é indispensável no primeiro dia.
  3. Deixe o restante para as próximas versões, guiado pelo uso real.

Assim você lança mais rápido, gasta menos no começo e investe nas próximas funções com base em dados, não em suposições.

Desconfie de orçamento sem conversa

Se alguém passa um preço fechado sem entender o seu negócio, ou vai cobrar a mais depois, ou vai entregar a menos. Um bom orçamento vem com escopo detalhado, prazo e o que acontece depois do lançamento.

Quer um orçamento claro para a sua ideia?

Na Audaxa, você recebe escopo, prazo e investimento por escrito, sem letras miúdas. Conheça nosso serviço de criação de aplicativos ou fale com a gente para uma conversa sem compromisso.